O Porto de Eldenport e o Preço da Verdade
Jogada em 21/02/26
No limiar de um banho de sangue entre a Camarilla, os Anarquistas e os Sangue-Ralos, o ancião Kyros interveio com uma proposta diplomática astuta: a formação de uma coterie neutra para periciar o cadáver e evitar uma guerra precipitada. Miguel, Gabriel e Raziel assumiram a tarefa e, sob a frieza dos tecidos mortos, desvendaram uma conspiração: indícios forjados para incriminar injustamente os Sangue-Ralos.
Enquanto o assassino fugia pela janela sob a perseguição dos carrascos da Príncipe Vane, a coterie partiu em disparada para o porto. Lá, em meio ao cheiro de salitre e óleo diesel, confrontaram dois Gangrels que se preparavam para lançar as provas ao mar. Em um movimento decisivo e coordenado, o grupo neutralizou os agressores, garantindo a integridade de toda a carga de bolsas de sangue.
O Pós-Confronto e a Tensão Política
A Senescal Alissa surgiu nas sombras do cais para parabenizar a coterie pela eficiência, mas seu tom era de urgência. Ela incumbiu o grupo de uma nova missão: descobrir por que os Gangrels — conhecidos por sua reclusão nas florestas e desinteresse pela política urbana — estão se infiltrando nos assuntos de Eldenport.
No entanto, a vitória teve um custo amargo. Durante a investigação, Miguel confrontou diretamente o influente Henry, acusando-o abertamente de ser o mentor da morte no Elísio. Tal ousadia selou uma inimizade mortal com um dos Ventrue mais poderosos da cidade. Henry fez questão de aparecer pessoalmente no desfecho no porto, não para lutar, mas para deixar um aviso gélido a Miguel: a partir de agora, cada passo da coterie será vigiado por seus olhos implacáveis.

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